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Fifa responde CBF, defende árbitro de vídeo e se recusa a entregar áudios

20 de junho de 2018 at 08:37

Entidade brasileira havia questionado arbitragem do empate em 1 a 1 com a Suíça, na estreia da Copa

Por Martín Fernandez, Moscou, Rússia

Pouco mais de um dia depois de cobrar explicações da Fifa, a CBF recebeu uma resposta da entidade no que diz respeito à atuação da arbitragem no empate em 1 a 1 entre Brasil e Suíça no último domingo, na estreia das seleções na Copa do Mundo.

Também em uma carta, a Fifa, em suma, defendeu o árbitro de vídeo, informou que todos os lances da partida foram analisados pelo VAR e alegou que as decisões tomadas foram corretas – inclusive, no gol marcado por Zuber e no suposto pênalti em cima de Gabriel Jesus.

 Jogadores do Brasil reclamam com o árbitro na partida contra a Suíça (Foto: REUTERS/Darren Staples)
Jogadores do Brasil reclamam com o árbitro na partida contra a Suíça (Foto: REUTERS/Darren Staples)

Jogadores do Brasil reclamam com o árbitro na partida contra a Suíça (Foto: REUTERS/Darren Staples)

Além disso, a entidade se recusou a entregar os áudios da comunicação entre a cabine do VAR e o mexicano César Ramos, árbitro responsável pelo confronto. E justificou que o acesso ao conteúdo das conversas iria expôr a privacidade da arbitragem, o que contraria as regras.

O documento foi assinado por Pierluigi Colina, diretor do departamento de arbitragem da Fifa, e Zvonimir Boban, secretário-geral-adjunto. Procurada, a entidade brasileira se disse satisfeita com o desfecho do assunto.

Na carta enderaçada ao presidente da Fifa na última segunda-feira, a CBF solicitou esclarecimentos em relação ao cumprimento do protocolo do VAR e questiona a razão pela qual a tecnologia não foi utilizada, segundo as palavras da CBF, nos dois episódios-chave da partida.

  • “Minuto 50: na ação, que levou ao gol suíço, é evidente que o jogador brasileiro Miranda foi claramente empurrado e deslocado pelo autor do gol, Zuber. Zuber puxa Miranda deliberadamente em duas diferentes ocasiões com as duas mãos. A segunda ocasião é mais clara, porque os corpos dos dois jogadores estão mais distantes. A ação caracteriza uma falta clara, que resultou numa vantagem para Zuber, pois Miranda foi incapaz de alcançar a bola. O árbitro não marcou falta, e Zuber fez o gol decisivo”.
  • “Minuto 74: falta cometida pelo zagueiro da Suíça Manuel Akanji sobre o atacante brasileiro Gabriel Jesus, a qual, tendo sido cometida na área, teria causado um pênalti a favor do Brasil, mas não foi assinalada. Gabriel Jesus, que controlava a bola na área da Suíça numa clara oportunidade de fazer o gol, foi agarrado, também com as duas mãos, por Akanji, que o derrubou e portanto cometeu um pênalti claro. O árbitro, no entanto, não interveio e deixou o lance seguir”.
Gol da Suíça! Zuber sobe, empurra Miranda e empata a partida aos 5 do 2º tempo

Gol da Suíça! Zuber sobe, empurra Miranda e empata a partida aos 5 do 2º tempo

Gabriel Jesus é agarrado na área, árbitro ignora e não ver o vídeo aos 29 do 2º tempo

Gabriel Jesus é agarrado na área, árbitro ignora e não ver o vídeo aos 29 do 2º tempo

Unama desativa campus. Violência pode ser a causa

20 de junho de 2018 at 08:32

Unama desativa campus. Violência pode ser a causa (Foto: Maycon Nunes)

No Campus da avenida Senador Lemos funciona o Instituto de Ciências Jurídicas, que coordena o curso de Direito (Foto: Maycon Nunes)

A violência urbana que assola a capital e no interior do Estado e que coloca Belém com o triste título de cidade mais violenta do país, atinge a educação. A insegurança crescente, que o poder público estadual não consegue controlar, fez com que a direção da Universidade da Amazônia (Unama) decidisse pela transferência do curso de Direito do campus da avenida Senador Lemos, no bairro da Sacramenta, onde funciona o Instituto de Ciências Jurídicas, para o campus da Alcindo Cacela. A mudança será efetivada em agosto.

A informação é de uma fonte ligada à universidade e revelada pelo jornalista Mauro Bonna, em sua coluna no DIÁRIO do último domingo (17). No entanto, procurada pela reportagem na noite de ontem, a assessoria da universidade confirmou a mudança, mas que seriam por outros motivos.

A decisão provocou uma divisão entre os alunos do curso. Alguns preferem terminar o curso no campus atual em razão do conforto e estrutura que o prédio oferece, apesar de estar localizado em uma áreas considerada vermelha pelos constantes crimes, próximo à Ponte do Galo. Existe ainda a versão, não confirmada pela direção da instituição, que uma parte dos alunos e de pais vem solicitando a mudança há tempos.

COMUNICAÇÃO

Segundo informações colhidas pelo DIÁRIO na tarde de ontem no campus, a notícia foi comunicada oficialmente aos alunos via aplicativo de bate-papo na semana passada. Corre nas salas do curso um abaixo assinado pedindo que a mudança não ocorra. “Vamos apresentar esse abaixo-assinado primeiro para a direção da universidade. Caso não surta efeito, vamos apelar para outras medidas”, disse na tarde de ontem Lara Rodrigues, 23 anos, que cursa o 7º semestre de Direito.

Segundo um professor, que pediu anonimato, há uma preocupação constante de professores e alunos com o local, em relação à falta de segurança. “A repercussão do fim do campus é imensa, mas infelizmente, quase todos apoiam”, avaliou.

OUTRO LADO – UNAMA

Em nota encaminhada ao DIÁRIO, a universidade informou que o curso de Direito foi transferido para a unidade Alcindo Cacela da Unama “visando uma integração maior dos discentes com o ambiente universitário”, é que lá os graduandos terão a possibilidade de “estar mais próximo dos cursos de Mestrado e Doutorado, além de projetos que acontecem no campus, como o espaço Coworking”. A instituição diz ainda que o prédio não foi desativado. “A Unama está verificando as melhores alternativas de utilização do espaço”, informou a assessoria.

Mudança é reflexo da capital mais violenta do País

Belém é capital mais violenta do Brasil segundo o mais recente resultado divulgado pelo Instituto de Pesquisas Aplicadas (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A cidade paraense deixou para trás cidades com índices históricos e mais populosas, como o Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

O estudo “Atlas da Violência 2018 – Políticas Públicas e Retratos dos Municípios Brasileiros” mostra que a taxa de homicídios em Belém já atingia, em 2016 – quando foram coletados os dados para compor os estudos – 77 mortes por cada grupo de 100 mil habitantes. Em 2015, a capital paraense era a quarta mais perigosa, com 61,8 homicídios/100 mil moradores.

Além do trágico título de ter a capital brasileira onde mais se mata de forma violenta, o Pará se destaca negativamente tendo outras cinco cidades compondo o ranking dos 20 municípios com mais de 100 mil habitantes com as maiores taxas de homicídios. São eles: Altamira (91,9), Marabá (87,7), Ananindeua (84,6), Marituba (84,5) e Castanhal (78,4).

(Luiz Flávio/Diário do Pará)

Shoppings e bancos abrem após jogo do Brasil nesta sexta-feira (22)

19 de junho de 2018 at 12:52

Shoppings e bancos abrem após jogo do Brasil nesta sexta-feira (22) (Foto: )

A seleção brasileira entra em campo nos próximos dias 22 e 27 de junho, sexta e quarta-feira respectivamente. Com as partidas marcadas em horário comercial, estabelecimentos adotaram períodos específicos para abertura e fechamento. Na sexta-feira (22), o Brasil joga contra a Costa Rica, às 9h, e no dia 27, com a Sérvia, às 15h.

Confira como ficam os horários:

Banco

O jogo das 9h, o expediente será das 13h às 17h; na partida das 15h, as agências operam das 9h às 13h.

Para quem quiser pagar contas, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que canais de atendimento estarão disponíveis. São eles: caixas eletrônicos, internet banking, aplicativo do banco no celular (mobile banking) e as operações bancárias por telefone.

Supermercados

A Associação Paraense de Supermercados (Aspas) não orienta os estabelecimentos sobre o horário de funcionamento, ficando a cargo de cada um definir se abre ou fecha.

Centro Comercial

O Sindicato do Comércio Varejista e dos Lojistas de Belém (Sindilojas), orienta que os estabelecimentos que estão nos shoppings abram de 12h às 22h e as lojas de rua de 12 às 18h. Já para o dia 27, a orientação para os estabelecimentos dos shoppings é para os horários de 10h às 14h e 15h30 às 22h, já os de rua de 8h às 14h.

Shoppings

– Shopping Bosque Grão-Pará: no dia 22, o shopping vai abrir às 12h, os cinemas abrem de acordo com a programação.

– Castanheira Shopping Center: no dia 22, todas as lojas abrem meia hora após o término do jogo; no dia 27, o shopping abre em horário normal e fecha meia hora antes do início do jogo, com reabertura às 17h30.

– Shopping Pátio Belém: no dia 22, o shopping abrirá às 11h30. Já no dia 27, todo shopping abrirá às 10h, fecha às 14h30, reabrindo novamente 30 minutos após o final da partida.

– Parque Shopping: no dia 22, as lojas vão fechar meia hora antes do jogo, reabrindo meia hora após; praça de alimentação e lazer irão abrir de 11h às 22h; cinema irá abrir de acordo com a programação. No dia 27, as lojas vão abrir de 10h às 14h30, reabrindo meia-hora após o jogo.

– Shopping Metrópole: no dia 22, lojas e quiosques abrem de 11h até 22h e praça de alimentação e lazer de 11h30 às 22h; no dia 27, as lojas e quiosques abrem das 10h até 14h30 e reabrem das 17h30 às 22h, enquanto a praça de alimentação funciona de 10h às 22h.

Bosque Rodrigues Alves

O Bosque Rodrigues Alves não estará aberto ao público na sexta-feira, 22. No dia 27, funciona das 8 às 14 horas, com venda de ingressos até 13 horas.

Museu Paraense Emílio Goeldi

Na sexta-feira (22), o Museu Paraense Emílio Goeldi não abrirá, já na quarta-feira (27), irá funcionar de 8h às 12h.

Mangal das Garças

O Parque Zoobotânico Mangal das Garças funcionará das 11h às 18h, no dia 22. No dia 27 o horário será de 9h às 18h.

Estação das Docas

A Estação das Docas funcionará de 11h às 02h no próximo dia 22, e no dia 27 de 9h às 01h.

Parque do Utinga

No dia 22, o Parque Estadual do Utinga abrirá de 6h às 17h, já no dia 27 de 6h às 14h.

(DOL)

 

Um policial militar é morto a cada 5 dias no Pará

19 de junho de 2018 at 08:08

Um policial militar é morto a cada 5 dias no Pará (Foto: Reprodução)

Os cabos Kenny Lima e Silney Pereira foram vítimas da insegurança. (Foto: Reprodução)

A realidade não mente. Enquanto os policiais militares que estão nas ruas sofrem a violência na própria pele, muitas vezes pagando com a vida, as autoridades de segurança e o governador Simão Jatene continuam fingindo que nada está acontecendo. E o pior, os alvos são sempre aqueles que dão sua vida para proteger a população, como cabos, soldados e sargentos, enquanto a alta cúpula da PM permanece imóvel, no conforto do cargo, vendo o Governo ser omisso com seus comandados. Para se ter uma ideia, dos 30 mortos PMs mortos este ano, 29 pertencem às patentes mais baixas da corporação.

A média, assustadora, é de 1 morto a cada 5 dias. Somente neste final de semana, foram dois policias mortos. Nem os que protegem as autoridades escapam. Uma das vítimas, o cabo Kenny Danillo de Lima Gusmão, era integrante da equipe de segurança do vice-governador Zequinha Marinho. Ele foi surpreendido durante uma tentativa de assalto na noite do sábado (16), no bairro do Benguí, em Belém. Ele foi interceptado por uma dupla em uma moto, teria reagido e acabou levando um tiro na cabeça.

O outro morto, horas depois, já no Guamá, foi o também cabo Silney Pereira Mendonça. Ele foi abordado por criminosos próximo do Hospital Barros Barreto. Ele estava de moto, foi abordado por dois suspeitos e reagiu, mas infelizmente faleceu, após ser baleado na cabeça e tórax, morrendo na hora.

São casos frequentes e ganham repercussão pela omissão criminosa do Governo, que prefere “tapar o sol com a peneira”, como o secretário de Segurança Luiz Fernandes, que afirma se sentir “seguro andando em Belém”. “Eu me sinto (seguro) porque eu sei o que a polícia faz. Muitas pessoas não se sentem seguras porque não sabem o que está à disposição delas na hora que precisarem”, disse ele, em coletiva no mês de abril.

Bem, pelo menos parece que a tal segurança falho no caso da cabo Maria de Fátima, que foi assassinada dentro da própria casa, no Curuçambá, em Ananindeua. Ela chegou a avisar, meses antes, que sofria ameaças e teve até a casa invadida, mas não recebeu a proteção adequada do Comando da PM.

ATLAS DA VIOLÊNCIA

CAPITAL MAIS VIOLENTA

– Belém passou a ostentar a triste liderança no ranking da violência com a indicação do Atlas da Violência 2018 de que a capital paraense registra 76,1 homicídios por grupos de 100 mil habitantes. No estudo anterior, já íamos mal, em 4o lugar. Atrás da capital paraense estão Aracaju (SE), Natal (RN), Rio Branco (AC) e Salvador (BA). Como se não fosse suficiente, estão no Pará 5 das 20 cidades mais violentas do Brasil: Altamira, com assustadores 91,9 homicídios por 100 mil habitantes, Marabá, Ananindeua, Marituba e Castanhal. Em todos os municípios citados, reinam as problemáticas da falta de abastecimento de água, de esgotamento sanitário e vulnerabilidade.

Políticos e especialistas denunciam descaso e má gestão

Se a própria polícia está na mira de tiro, imagina a população. “O Governo não consegue fazer com que, no Pará, a criminalidade caia”. A frase do deputado estadual Tércio Nogueira (PROS), que é soldado da Polícia Militar, resume bem a situação. “Acho que tem a ver com descaso e má gestão “, avalia o parlamentar.

Ele cita que nas capitais onde foi percebida uma queda nos índices de violência, como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, houve também um investimento estratégico em Segurança Pública. Ele lembra, ainda que o governo Jatene está há quatro anos sem reajustar o salário na PM e oferece condições insalubres de trabalho.

Especialista em Segurança Pública e Privada, Leonardo Marcone afirma que há uma série de elementos que precisam ser revistos quando o assunto é a violência que tomou conta do Estado. “Não é pontual. O regramento é deficitário e não atende as nossas fragilidades hoje, ou seja, a proteção ao cidadão individual sobrepõe a própria proteção de toda a sociedade”, explica. “A estratégia de

Segurança Pública tem falhas e precisa ser revista. Nosso projeto social, de combate à violência com ações sociais é muito deficiente”, aponta.

Soldado da Polícia Militar, o vereador de Belém Silvano Oliveira (PSD) lembra que quando Helder Barbalho ocupou a pasta da Integração Nacional ofereceu a Jatene ajuda e apoio da Força Nacional, as quais foram negadas pelo tucano, segundo o próprio Silvano, por questões políticas. “A gente já denunciou o crime organizado e o Governo empurra com a barriga o problema. Vivemos uma situação de incompetência de administração”, dispara o vereador.

Policiais militares mortos em 2018

l 1º – Sargento Wladimir Odylo Giliberti de Matos
l 2º – Cabo Richard Farias de Souza
l 3º – Sargento João Francisco de Oliveira Lameira
l 4º – Cabo Wagner Santa Rosa
l 5º – Sargento Eliseu Pojo Rodrigues
l 6º – Cabo Rosalva Maria Corrêa de Holanda
l 7º – Cabo Marcelo Costa de Carvalho
l 8º – Soldado Washington Luiz do Rosário
l 9º – Sargento Antônio Daves Martins
l 10º – Cabo Jeferson Maciel dos Anjos
l 11º – Sargento Reginaldo da Silva Souza
l 12º – Sargento Marinaldo Maia de Souza
l 13º – Cabo Deyvison César Braga de Oliveira
l 14º – Cabo José da Silva Frade
l 15º – Cabo José Antônio Pinheirol 16º – Cabo reformado Valdomiro de Oliveira Bastos
l 17º – Subtenente da reserva João Bosco Vieitas de Sousa
l 18º – Cabo Hernani Rogério Silva da Costa
l 19º – Cabo Ivaldo Joaquim Nunes da Silva
l 20º – Sargento da reserva da PM Reginaldo
l 21º – Cabo Mária de Fátima
l 22º – Cabo PM Jeferson Rodrigues Gaia
l 23º – Sargento PM Mourão l 24º – Cabo PM Josias Santos Favacho
l 25° – Sargento Sebastião Rosário
l 26° – Sargento da reserva Elias Brasil Silva
l 27° – Cabo Giorgio Silva Salame
l 28° – Cabo PM reformado Delson Luis Rodrigues da Silva
l 29° – Cabo da PM Silney Ferreira Mendonça
l 30° – Cabo Kenny Danilo Lima Gusmão.

(Diário do Pará com informações de Carol Menezes)

 

STF julga hoje ação penal contra Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo

19 de junho de 2018 at 07:58

STF julga hoje ação penal contra Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo (Foto: )

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga hoje (19), a partir das 14h, ação penal proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo.

No processo, os cinco ministros do colegiado vão decidir se condenam ou absolvem os acusados dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, na Operação Lava Jato.

De acordo com a denúncia, Gleisi teria recebido R$ 1 milhão para sua campanha ao Senado em 2010. O valor teria sido negociado por intermédio de Paulo Bernardo e do empresário Ernesto Kluger Rodrigues, que também é réu.

No entendimento da PGR, o valor da suposta propina paga a Gleisi é oriundo de recursos desviados de contratos da Petrobras, conforme citações feitas pelo doleiro Alberto Youssef, um dos delatores das investigações.

Segunda Turma é composta pelos ministros Edson Fachin, relator da ação, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli

Defesa

Em documento encaminhado ao Supremo durante a fase de defesa, os advogados do casal afirmaram que as acusações são “meras conjecturas feitas às pressas”, em função de acordos de delação premiada.

Após tomar ciência da liberação do processo para julgamento, a defesa da senadora disse que recebeu a notícia com naturalidade e confia que será absolvida.

(Agência Brasil)

Avião que levava Arábia Saudita tem pane e fogo durante voo. Veja o vídeo

18 de junho de 2018 at 18:59

Avião que levava Arábia Saudita tem pane e fogo durante voo. Veja o vídeo (Foto: Reprodução / Twitter)

Sauditas tiveram um grande susto na ida para Rostov (Foto: Reprodução / Twitter)

Os jogadores da Arábia Saudita tiveram momentos de tensão e pânico com uma das asas da aeronave que conduzia o time para Rostov sendo tomado por chamas, nesta segunda-feira (18). Por sorte ninguém se feriu.

Segundo informações da imprensa local, uma pane na aeronave causou o incidente. Uma das asas do avião chegou a ser tomado pelas chamas causando medo entre os atletas.

Os atletas desembarcaram em Rostov depois do fato ocorrido.

VEJA O VÍDEO

المنتخب السعودي

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وصلت بعثة الأخضر إلى مدينة روستوف أون دون pic.twitter.com/HMfDquRgtw

المنتخب السعودي

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📹| بعثة المنتخب الوطني تصل مدينة روستوف أون دون.. 🇸🇦💚⁠ ⁠ pic.twitter.com/go9ilenR8k

FutebolNews@futebolnewsfn
  O avião que levava a Arábia Saudita para Rostov quase sofreu um grave acidente. A asa direita começou a pegar fogo. A Federação Árabe de Futebol confirmou que todos os jogadores estão bem.
Nesta quarta-feira (20), a Arábia Saudita enfrenta o Uruguai pela segunda rodada da chave A.

(DOL)

 

Incêndio atinge residências no bairro do Marco; vídeo mostra ação de combate às chamas

18 de junho de 2018 at 18:52

Incêndio atinge residências no bairro do Marco; vídeo mostra ação de combate às chamas (Foto: Via WhatsApp)

(Foto: Via WhatsApp)

Pelo menos três casas estão sendo consumidas por um incêndio, na tarde desta segunda-feira (18), na passagem Celina, próximo ao final da travessa Mariz e Barros, no bairro do Marco, em Belém.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar, viaturas estão combatendo o incêndio no local há mais de meia hora, e a situação é considerada grave. Não há registro, até o momento, de vítimas no incidente.

(DOL com informações de Dominik Giusti/Diário do Pará)

 

Juiz usa personagem ribeirinho para ‘traduzir juridiquês’ no Pará

18 de junho de 2018 at 15:19

Juiz usa personagem ribeirinho para 'traduzir juridiquês' no Pará (Foto: Reprodução Facebook)

(Foto: Reprodução Facebook)

O juiz paraense Cláudio Rendeiro incorpora o personagem Epaminondas Gustavo, um ribeirinho de Cametá, cidade no nordeste do Pará, para explicar conceitos jurídicos à população.

Durante o jornal matutino diário da Rádio Cultura, ele entra com o “Escuta, Mano, o Meu Recado” e usa o linguajar e as expressões típicas dos ribeirinhos amazônicos para tratar de temas como violência doméstica patrimonial e autorização de viagem para menores.

“O Epaminondas transforma o juridiquês em algo mais informal. Qualquer pessoa, da mais à menos instruída, vai entender. É uma linguagem humorística simples”, conta Rendeiro, que criou o personagem em 2009, quando era juiz da vara de penas alternativas, para explicar esse tema à população em viagens pelo interior.

Mas foi em 2013, quando gravou um áudio para o filho no Whatsapp, falando desse “tar de zap zap”, que o personagem viralizou e começou a ficar conhecido no Pará. Vários áudios seguiram e se espalharam pelos grupos do aplicativo -e o Epaminondas virou celebridade no estado. Hoje Rendeiro lota teatros com suas apresentações e conta com vários fãs-clubes.

“Quando vi que o personagem tinha essa aceitação, esse carisma, comecei a fazer áudios educativos, sobre educação no trânsito, uso do capacete, cinto de segurança. E algumas instituições, sobretudo da área de saúde, começaram a convidar o Epaminondas para fazer áudios para campanhas como do novembro azul, do outubro vermelho, de prevenção de câncer de próstata”, conta.

Além da participação na Rádio Cultura, Rendeiro realiza stand ups de cunho social, sem cobrar cachê, sobre temas como combate ao trabalho infantil e violência doméstica. E o cachê dos seus shows em teatros é destinado a diferentes instituições. Ele também criou um bloco de Carnaval, chamado Atrás dos Sem Aquele, que cada ano abraça uma causa social -da marchinha à renda convertida dos abadás. “É papel do personagem promover a cidadania. Ele foi criado por um juiz, e não teria sentido o humor pelo humor. É algo pedagógico”, afirma.

No início deste mês o juiz lançou dois livros -um satírico, baseado nos áudios do Epaminondas, e um lírico, de poesias. “Assim mostrarei um lado que o público já conhece e outro novo”, afirma Rendeiro.

(Augusto Pinheiro/Folhapress)

 

Hydro recebe auto de infração após novo dano ambiental

18 de junho de 2018 at 08:14

A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) lavrou, no sábado (16), um auto de infração em desfavor da empresa Hydro, em Barcarena. As equipes de fiscalização do órgão identificaram a disposição inadequada de material sedimentar. Segundo o auto de infração, o material, oriundo de obras quando da implantação do Depósito de Resíduos Sólidos 2 (DRS2), foi acondicionado sem contenção, à época.

Com as chuvas, este material foi carreado para outras áreas, em descordo ao projeto licenciado pelo órgão ambiental. O material também foi coletado para análise de possíveis impactos. O flagrante ocorreu quatro meses depois do vazamento de rejeitos da Hydro, no dia 17 de fevereiro. A fiscalização da Semas notificou a empresa a apresentar, por escrito, a defesa no prazo de 15 dias corridos.

Na quinta-feira (14), a Semas e outros órgãos deslocaram equipes ao município de Barcarena a fim de verificar denúncias das comunidades. Na sexta-feira, o DIÁRIO publicou com exclusividade uma matéria denunciando que desde o dia 13 moradores da região tinham percebido novamente a presença de lama vermelha no igarapé do Tauá, na área rural da cidade. O advogado das comunidades afetadas, Ismael Moraes, falou, na ocasião, que a Hydro tentou abrir uma espécie de canal clandestino por dentro da mata para usá-lo como corredor de despejo dos resíduos de uma das bacias de rejeitos químicos para dentro do igarapé.

VAZAMENTO

Também disse que não há vazamento dessa vez. Segundo texto divulgado pela Agência Pará, não foram constatados indícios de extravasamento ou de operação do Depósito de Resíduos Sólidos 2, no entanto, foi verificada a existência de acúmulo de um material, que continha água pluvial, em local próximo a área do DRS2, o que foi objeto de coleta por parte dos órgãos responsáveis que também se encontravam no local.

A Semas informou que, desde o início deste ano, já registra nove ações entre notificações e auto de infrações, por diferentes motivos, realizados contra a empresa.

No final de fevereiro, o Tribunal de Justiça do Pará determinou a redução da produção em 50% e embargou a bacia de rejeitos da empresa, a DSR2.

festival de irregularidades

 No dia 16 de fevereiro, a Hydro foi autuada pela Semas por conta da identificação de um duto irregular sem a autorização lançando água pluvial da planta industrial para o ambiente externo, sem o devido tratamento.

 No dia 23 de fevereiro, foi feita nova autuação, por conta dos índices encontrados de possível poluição ao meio ambiente.

No dia 13 de março, foi emitido novo auto de infração contra a empresa, autuada por usar um canal antigo, para despejar água pluvial da planta industrial para o ambiente externo sem o tratamento.

 No dia 18 de março, as equipes da Semas identificaram um desvio da drenagem de água pluvial do galpão de carvão da empresa para uma canaleta de drenagem da Albras, que passa pela área da Alunorte, outra empresa localizada na mesma área. O lançamento da água pluvial, decorrente de chuvas na planta industrial da Hydro, ocorreu sem antes passar pelo sistema de tratamento.

CPI realizará acareação nesta quarta-feira

Os deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), que apura danos ambientais na bacia hidrográfica do Rio Pará convocaram para quarta-feira (20), a partir das 10h, a acareação entre pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA), Instituto Evandro Chagas (IEC), Centro de Perícias Renato Chaves (CPRC) e representantes da empresa
SGW Services.

Esta empresa foi contratada pela Hydro para realizar as contraprovas dos laudos de instituições públicas que identificaram transbordamento das bacias de rejeitos, uso de dutos clandestinos e contaminação de rios e igarapés com substâncias tóxicas.

A acareação foi remarcada porque a convocada no dia 8 de maio foi cancelada em função da empresa norueguesa não ter apresentado os técnicos da SGW. “Os diretores, na ocasião, interpretaram que eram eles, Alunorte, que deveriam participar da acareação”, recordou o deputado Coronel Neil, presidente da CPI.

INVESTIGAÇÃO

Na ocasião, o deputado determinou uma investigação para saber por que os técnicos da SGW, que se encontravam nas dependências da Alepa para a acareação “desapareceram”. A suspeita era de uma estratégia para obstruir os trabalhos da CPI. O deputado Carlos Bordalo foi quem pediu a providência. “Algo estranho ocorreu, os representantes da consultoria chegaram, sentaram, temos inclusive imagens do circuito interno de segurança registrando a presença deles e, portanto, houve alguma coisa que precisa ser averiguada depois que os diretores da Hydro chegaram”, informou na ocasião
o parlamentar.

A acareação será realizada no auditório João Batista, na Alepa. Os deputados Coronel Neil e Carlos Bordalo, que na oitiva assumiu o papel de relator substituto, ouviram, na última quarta-feira (13), dois depoimentos: o de Leonardo Furtado, representante da Comunidade do Furo do Arrozal; e de Benedito Cabral, secretário municipal de Infraestrutura e Desenvolvimento
Urbano de Barcarena.

O líder comunitário Leonardo confirmou aos deputados as consequências da contaminação em sua comunidade e pediu para que algo seja feito para recuperar os danos. “Não presenciei estes acidentes, mas nós sentimos os efeitos na qualidade do ar, pessoas constantemente com problemas respiratórios”.

 (Diário do Pará)

 

Menina de 13 anos faz uma família refém em Belém

18 de junho de 2018 at 00:19

Menina de 13 anos faz uma família refém em Belém (Foto: Via WhatsApp)

(Foto: Via WhatsApp)

Uma família ficou refém por mais de uma hora nas mãos de um homem e de uma menina de apenas 13 anos durante um assalto em Belém. O caso aconteceu na noite do último sábado (16).

Uma viatura da Polícia Militar saiu em perseguição e, com apoio de outras guarnições, o carro acabou interceptado na passagem São Sebastião próximo da avenida Perimetral.

Policiais conseguiram furar um dos pneus do veículo com um disparo.

Cercados e após negociação, os reféns – dois adolescentes que estavam com o pai – foram  liberados e a dupla detida.

José Maria Souza de Melo, 22, que portava uma pistola 635, e a adolescente de 13 anos foram encaminhados para a Seccional Urbana de São Brás.

(Com informações de J.R Avelar/Diário do Pará)