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Estudante de 19 anos filma o próprio estupro

14 de setembro de 2017 at 08:11

Estudante de 19 anos filma o próprio estupro (Foto: )

A britânica Lillian Constantine, de 19 anos, foi estuprada em 2016 perto de sua casa, em Kent, no interior da Inglaterra. Apesar do trauma, ela conseguiu que o homem que a atacou fosse condenado à prisão.

Agora, com seu depoimento, ela quer estimular outras vítimas de agressão sexual a denunciar os crimes para a polícia. A jovem abriu mão de seu direito ao anonimato e decidiu contar sua história ao Today Programme, da BBC: Quero que as pessoas saibam tudo o que acontece depois de um estupro.

Imagem do agressor registrada pela vítima no vídeo que fez do ataque

Não falo só de quão terrível é ver seu corpo se transformar em uma cena de crime e ter que responder muitas vezes às mesmas perguntas.

Estou falando também de tudo o que é preciso fazer e, mais importante, do fato de que as coisas melhoram com o tempo.

Há um ano, um desconhecido me estuprou quando eu estava a 60 segundos da minha casa. Eu tinha 18 anos.

Estava completamente escuro e eu apertei o botão de gravação no meu celular pensando que o homem iria parar e sair correndo quando visse a luz.

Gritei para ele: “Estou filmando, estou filmando! Você não vai escapar”. Mas ele me jogou no chão e me estuprou mesmo assim.

Eu xingava ele, gritava por ajuda. Pensava: “esse homem deve ser um maníaco”.

Não demorou muito, mas minha impressão era de que não terminava nunca.

Eu estava tão perto da minha casa que nem me passou pela cabeça sentir medo.

Corri para casa e meus pais chamaram a polícia. Me disseram que eu não podia tomar banho, escovar os dentes nem pentear o cabelo.

Parece clichê dizer isso, mas você se sente tão suja… tudo o que eu queria fazer era tirar aquelas roupas de mim e entrar no chuveiro.

Nos disseram que deveríamos ir ao Centro de Referência de Violência Sexual mais próximo, que não abriria até a manhã seguinte e estava a 45 minutos de distância de carro.

Perícia

Na verdade, esse centro serve para fazer uma perícia forense do seu corpo. É surreal.

No momento em que você entra, tem que se despir por completo. Precisa se deitar em uma maca de metal enquanto uma pessoa coloca instrumentos em sua vagina. Eles medem cada milímetro dos hematomas e cortes.

As mulheres que trabalhavam no centro eram muito atenciosas. Conversamos sobre minhas tatuagens, e elas fizeram eu me sentir muito segura.

Fiz um exame de doenças sexualmente transmissíveis, um exame de HIV e um teste de gravidez.

Também me deram profilaxia pós-exposição para evitar o contágio pelo vírus HIV. Eu nem sabia que isso existia. Depois tive que tomar o medicamento três vezes por dia durante um mês.

A medicação me deu ânsia de vômito e náusea. Enquanto eu estava em tratamento, tinha que ficar indo ao médico. Por isso, me furaram e me examinaram constantemente nesse primeiro mês.

‘Como um rato de laboratório’

Eu era uma estudante e me tornei alguém que estava com frequência na delegacia. Me sentia um rato de laboratório.

Não consigo nem contar quantas vezes expliquei minha história para a polícia.

Uma vez, me fizeram perguntas extremamente íntimas sobre o estupro: “Ele levantou ou abaixou sua saia? Penetrou você deste lado ou do outro?”.

Eu não esperava isso. Comecei a pensar que era uma perda do meu tempo e da minha vida. Comecei a ficar deprimida.

Isso consumiu minha vida inteira. Me perguntei por que estava fazendo isso comigo mesma.

Nesse momento, pensei em retirar a queixa.

‘Responsabilidade’

Eu não sou a única que pensa em desistir da denúncia. Há tantas pessoas que são agredidas e não dizem nada… Eu pensei: “por que não posso ser uma delas? Por que tenho que fazer isso?”

Segundo a organização britânica Rape Crisis, apenas cerca de 15% das vítimas de violência sexual decidem denunciar à polícia. No Reino Unido, só 5,7% dos casos denunciados terminam em condenação.

No fim das contas, meu plano de “deixar pra lá” só durou uma semana. Se eu tinha a oportunidade de tirar esse criminoso das ruas, tinha que tentar. Senão, ele agora estaria livre nas ruas.

Eu tinha uma responsabilidade e, apesar de ter sido muito difícil, me convenci de que tinha que continuar com isso.

De certo modo, eu queria provar algo para mim mesma. Me lembro de estar sentada na minha cama e pensar: “se eu consigo fazer isso, consigo fazer qualquer coisa”.

Sem o vídeo que eu gravei, talvez meu agressor nunca tivesse sido encontrado. No julgamento, foi utilizado como prova grave.

Ele se declarou culpado de algumas das acusações e foi condenado a 13 anos de prisão.

Eu estava com minha mãe, minha assistente social e outras pessoas que me ajudaram, e vi como eles ficaram aliviados. Todos aqueles meses de estresse e de ansiedade terminaram de repente.

Eu também senti isso – um alívio impressionante. Eu senti que um ciclo se fechava. Agora eu podia seguir em frente com a minha vida.

Preparo

Alguns meses depois eu publiquei no YouTube um vídeo chamado “O que não contam a você sobre as agressões sexuais”. É o vídeo que eu gostaria de ter visto antes do que aconteceu comigo.

Nele há conselhos sobre lidar com essa situação e informações sobre tudo o que pode acontecer depois do ataque, para que as pessoas estejam preparadas para todo o processo.

A Rape Crisis (organização que atende vítimas de estupro na Inglaterra) diz que precisamos receber algumas explicações sobre como funciona a Justiça criminal e os exames forenses. Eu concordo totalmente com isso.

Teria sido um pouco mais fácil para mim se eu soubesse as coisas pelas quais iria passar. Não saber é como mergulhar em águas geladas e profundas.

Acho que se as pessoas soubessem os passos seguintes, tanto do ponto de vista médico quanto legal, seria mais provável que elas seguissem adiante com o processo, e isso é importante.

Muitos filmes mostram como vítimas de agressões sexuais se isolam ou perdem a cabeça. Precisamos de mais vítimas que mostrem que as coisas não tem por que saírem do controle.

Não deixe que o estupro consuma você, nem que ele defina você. A sensação é a de que o processo é tóxico e desanimador. Mas tenha em mente que você está buscando justiça, e isso é importante. E que você está conseguindo superar.

Todos os dias eu digo a mim mesma: “coisas ruins aconteceram, mas você precisa se levantar e continuar lutando”.

Lembre-se: você não está errada. Você é uma vítima e uma sobrevivente, então tem que ir até o fim.

(Com informações de BBC)

Briga no WhatsApp: “Vagabundo e assassino!”, diz Magnata para Hamilton Gualberto

13 de setembro de 2017 at 14:16

Briga no WhatsApp:

Clima é quente e tenso nos bastidores do clube, com ofensas e troca de acusações entre ex-dirigentes. (Foto: Divulgação/Remo)

No mesmo dia em que publicou nas redes sociais a carta renúncia do cargo de diretor de futebol do Remo, o ex-dirigente azulino Marco Antônio “Magnata” trocou mensagens ofensivas, via Whatsapp, com outro ex-dirgente do clube, o advogado Hamilton Gualberto.

Um print da conversa começou a circular entre pessoas do mundo do futebol e provocou muita polêmica.

Durante a conversa, Magnata chama Hamilton de “vagabundo e assassino”. Ele responde com “seu imundo e nojento”. Há até ameaça de processo, como é possível ver na imagem:

(Foto: Reprodução)

Hamilton Gualberto confirmou ao DOL que a conversa realmente aconteceu. “Eu só disse que a sua renúncia foi um procedimento covarde. Ele não gostou e disse o que bem entendeu, eu também disse o que bem entendi”.

Gualberto aproveitou para cuturcar o período em que Magnata esteve à frente da diretoria do Leão. “Algo deplorável para a história do clube. Penso que foi a pior temporada da história, pois tivemos eliminações dolorosas para Brusque-SC (Copa do Brasil) e Santos-AP (Copa Verde). Perdemos um estadual nos acréscimos para o rival e tivemos uma participação vergonhosa na Série C, onde não fomos rebaixados porque existiam clubes medíocres na chave do Remo”, soltou.

Por outro lado, Magnata revelou à reportagem que enviou mensagens de agradecimento a várias pessoas, inclusive Gualberto, mas obteve uma resposta inesperada por parte do, agora, desafeto. “Na segunda, repassei mensagem para alguns jornalistas e setoristas agradecendo o apoio dado a minha pessoa, mas o Hamilton Gualberto disse em um programa de rádio que sou covarde por ter pulado fora do barco. Em resposta, disse que não cometi nenhum crime”, respondeu Magnata.

“Quem fala o que quer, escuta o que não quer”, finalizou Magnata.

O assunto está rendendo nos bastidores. Enquanto isso, o Clube do Remo junta os cacos e começa a reformulação para a temporada 2018.

(DOL)

Anthony Garotinho é preso no Rio de Janeiro

13 de setembro de 2017 at 13:31

Ele foi detido quando apresentava o programa de rádio que ancora na Rádio Tupi e cumprirá prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

Por G1 Rio

ex-governador do Estado do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) foi preso nesta quarta-feira (13) no Rio de Janeiro. Ele foi detido quando apresentava o programa de rádio que ancora na Rádio Tupi. A Polícia Federal leva Garotinho para Campos dos Goytacazes (RJ), ainda nesta manhã, para fazer exame no Instituto Médico-Legal. Depois, ele seguirá para casa, onde cumprirá prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

Garotinho é suspeito de comandar um esquema de fraude eleitoral quando era secretário municipal de Campos. Em troca de votos em candidatos a prefeito e vereadores em 2016, a prefeitura oferecia inscrições no programa Cheque Cidadão, que dá R$ 200 por mês a cada beneficiário, de acordo com Ministério Público Estadual.

A nova ordem de prisão é do juiz Ralph Manhães, da 100º Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes. Segundo ele, o réu praticou uma série de atos para impedir o avanço da ação penal que o investiga. Manhães afirmou que as medidas cautelares já impostas pela Justiça a Garotinho não surtiram efeito no sentido de impedi-lo de agir. De acordo com o juiz, o grupo comandando por Garotinho chegou a usar até armas de fogo para intimidar testemunhas.

Anthony Garotinho, em imagem de 2011, quando era deputado federal pelo Rio de Janeiro (Foto: Leonardo Prado/Câmara dos Deputados)Anthony Garotinho, em imagem de 2011, quando era deputado federal pelo Rio de Janeiro (Foto: Leonardo Prado/Câmara dos Deputados)

Anthony Garotinho, em imagem de 2011, quando era deputado federal pelo Rio de Janeiro (Foto: Leonardo Prado/Câmara dos Deputados)

Prisão durante programa de rádio

Por volta das 10h30 desta quarta, após um intervalo na programação da Rádio Tupi, o locutor Cristiano Santos assumiu o “Fala Garotinho” e afirmou que o ex-governador teve de deixar o programa por questões de saúde (ouça abaixo). Na terça-feira (12), ela não havia participado por problemas na voz“A vinheta não entrou errada, não. Estou de volta para fazer companhia pra você. Nosso Garotinho até tentou, você viu, até tentou fazer o programa hoje, mas a voz foi embora, e a orientação médica é que ele pare de falar, agora tem que se cuidar. O marido que pertence à Rosinha vai se cuidar para amanhã estar de volta, se Deus quiser, quando estiver bom. Já falei com ele, volta quando estiver bom. Eu cuido aqui do programa com muito carinho”, afirmou Santos nesta quarta.

A assessoria de imprensa do ex-governador confirmou que ele foi conduzido a Campos dos Goytacazes e que não há mais informações para prestar.

  Garotinho deixa programa ao vivo

Prisão domiciliar

A sentença que determina a prisão de Garotinho afirma que ele ficará em prisão domiciliar, com monitoramento eletrônico. Durante este período, só pode entrar em contato com a esposa, a ex-governadora Rosinha Matheus, com os filhos, netos e a mãe, assim como com os advogados.

Durante o período da prisão domiciliar, Garotinho também não poderá entrar em contato com nenhum meio de comunicação eletrônica, como telefones celulares ou internet e nem dar entrevistas. O ex-governador foi intimado a entregar o passaporte.

Qualquer visita médica só poderá acontecer se for comunicada previamente ao juiz do caso, com exceção das emergências. A fiscalização das medidas ficará a cargo da Polícia Federal.

Garotinho havia sido preso no dia 16 de novembro do ano passado pela Operação Chequinho, que apurou as suspeitas envolvendo o programa social Cheque Cidadão.

Após a prisão, o ex-governador passou mal e foi levado para um hospital do Rio. De lá, foi levado à força, por decisão judicial, para uma unidade de saúde dentro do complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu. Dias depois, Garotinho conseguiu uma autorização para fazer cirurgia cardíaca em um hospital particular e, em seguida, para cumprir prisão domiciliar.

A detenção de Garotinho foi revogada, então, em 24 de novembro, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decretou uma fiança de R$ 88 mil, além de uma série de restrições.

Em 2 de junho deste ano, o Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) voltou a pedir a prisão do ex-governador. Em nota, o advogado de Anthony Garotinho, Fernando Fernandes, disse à epoca que o promotor estava desafiando o TSE ao fazer o novo pedido.

Nota do PR

“O Partido da República tem por norma não comentar inciativas, conteúdos, ou procedimentos da lavra do Poder Judiciário e Ministério Público. Trata-se de uma norma que tem por objetivo respeitar o trabalho de investigação em favor da mais ampla apuração dos fatos”.

Sem diploma, Joesley pode ficar preso em cela comum

13 de setembro de 2017 at 09:22

Sem diploma, Joesley pode ficar preso em cela comum (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Bilionário não tem ensino superior e, caso seja transferido a presídio, não terá benefícios (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Se transferido da Polícia Federal (PF) de Brasília para um presídio comum, o executivo da J&F Joesley Batista terá que ficar encarcerado numa cela comum. Isto porque Joesley não tem diploma de ensino superior.

No Brasil, a legislação prevê condições diferentes para a prisão em caráter provisório (antes do julgamento). Por isso, presos com ensino superior podem ficar em prisão especial. Ou seja, separados de “presos comuns”.

Por enquanto, não há perspectiva de transferência do bilionário. A prisão temporária dele foi decretada no último domingo pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), e tem validade de 5 dias úteis.

A decisão foi tomada a partir do pedido de prisão do empresário feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O procurador entendeu que Joesley omitiu informações dos investigadores em sua delação premiada, o que quebraria as cláusulas do acordo de colaboração firmado junto à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em perfil da revista “Piauí”, publicado em fevereiro de 2015, o empresário disse que aprendeu a administrar as empresas e frigoríficos “na prática” e diz que nunca fez cursos de administração ou contabilidade.

Também sem diploma, Eike Batista chegou a ficar preso em cela comum no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

(Com informações de Gazeta OnLine)

Polícia Federal prende Wesley Batista, diz revista

13 de setembro de 2017 at 07:36

Polícia Federal prende Wesley Batista, diz revista (Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira, 13, o empresário Wesley Batista, dono da JBS, de acordo com a revista VEJA. A ordem foi expedida pela Justiça Federal de São Paulo.

Segundo a publicação, seu irmão Joesley Batista, já preso desde o último domingo, também é alvo da ação e tem mais um mandado de prisão.

 Mais informações em instantes.

(DOL)

Ministério da Integração libera quase 9 milhões para orla de Mosqueiro

13 de setembro de 2017 at 00:24

Ministério da Integração libera quase 9 milhões para orla de Mosqueiro (Foto: Ed Ferreira/SEP)

(Foto: Ed Ferreira/SEP)

Foi liberada, nesta terça-feira (12), a primeira parcela da verba para as obras de recuperação da orla da ilha do Mosqueiro, distrito da capital paraense. Os recursos, que totalizaram R$ 27 milhões, foram obtidos pelo ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, e anunciados em cerimônia oficial em março deste ano.

A primeira parcela será de quase R$ 9 milhões e corresponde a aproximadamente 30% de toda verba destinada às obras, que serão executadas por empresa selecionada pela Prefeitura de Belém por meio de processo licitatório.

Com os recursos, serão realizadas intervenções em 10 praias de Mosqueiro: Ariramba, Areião, Marahu, Baía do Sol, Murubira, Paraíso, Grande, Porto Arthur, do Bispo e Chapéu Virado.

Durante o anúncio da verba para as obras, em março deste ano, Helder se considerou honrado em contribuir para a revitalização de uma área tão querida pela população. “É uma demonstração clara de que as relações institucionais falam mais alto, a ponto de o Governo Federal sequer exigir contrapartida da Prefeitura para liberar os valores”, comentou Helder.

(DOL)

Homem assassina esposa e se mata em seguida

12 de setembro de 2017 at 19:52

Homem assassina esposa e se mata em seguida (Foto: Via/WhatsApp)

Casal passava uma imagem de felicidade e tranquilidade. Vizinhos se mostraram surpresos com o ocorrido (Foto: Via/WhatsApp)

A não aceitação do fim de um relacionamento terminou com uma tragédia na cidade de Altamira, região oeste do Pará. Luiz Moura da Conceição, de 44 anos, atirou contra a esposa, Roseli Terezinha Couto, de 37, e em seguida se matou com um tiro na cabeça. Os dois ainda foram socorridos, mas não resistiram aos projeteis da pistola 380.

O caso aconteceu na tarde desta terça-feira (12) no bairro Ibiza dentro da casa em que ambos moravam.

Testemunhas contaram que Luiz foi até a residência da ex tentar reatar o casamento, mas o ex-casal acabou discutindo e o homem atirou contra a mulher e em seguida cometeu o suicídio.

Luiz ainda teria tentado contra a vida de um sobrinho de Roseli, mas não obteve êxito. Um trabalhador que estava na casa disse ter ouvido três disparos.

Em conversa com a reportagem, os vizinhos se mostraram perplexos com o ocorrido e sem entender o que acontecia já que o casal passava a imagem de pessoas felizes.

Luiz e Roseli foram encaminhados para o hospital regional da Transamazônica. O homem trabalhava para uma empresa terceirizada que prestava serviços ao Dnit e a mulher assistente social.

(Com informações de Midiane Chaves/Band Altamira)

Marcello Miller pede ao STF testemunho de Janot sobre suspeita de que ajudou J&F

12 de setembro de 2017 at 19:42

Defesa quer que o chefe do MP esclareça em depoimento se ex-procurador intercedeu pelo grupo empresarial. Procurador-geral da República pediu prisão de Miller, mas Fachin negou.

Por Renan Ramalho, G1, Brasília

 O ex-procurador Marcelo Miller é suspeito de ter auxiliado a J&F a elaborar os termos da delação premiada enquanto ainda integrava o MPF (Foto: José Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)

O ex-procurador Marcelo Miller é suspeito de ter auxiliado a J&F; a elaborar os termos da delação premiada enquanto ainda integrava o MPF (Foto: José Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)

defesa do ex-procurador Marcello Miller pediu nesta terça-feira (12) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, e outros integrantes do Ministério Público Federal prestem depoimento para falar sobre as suspeitas de que teria ajudado delatores do grupo J&F a negociar o acordo de colaboração premiada.

O objetivo dos defensores é tentar demonstrar a inocência de Miller e esclarecer se, em algum momento, o ex-procurador da República solicitou a cada um que “intercedesse de qualquer forma em favor” da holding controladora do frigorífico JBS.

O pedido foi protocolado dentro na mesma ação na qual Janot STF solicitou ao STF para prender Miller. O pedido de prisão foi negado na última sexta (8) pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

No documento enviado ao STF, os advogados de Miller negam que ele tenha atuado dos “dois lados do balcão”, trabalhando na PGR e também para os executivos da J&F.

Além de Janot, Miller também pediu a Fachin oitivas com os procuradores Eduardo Pellela e Fernando Alencar, com o promotor Sergio Bruno, todos auxiliares de Janot na Operação Lava Jato.

O ex-procurador também pediu interrogatório com seu ex-assessor Marcos Gouveia, para que informe se recebeu pedidos dele para acessar dados, documentos ou informações do Ministério Público sobre as operações Lava Jato e Greenfield relacionadas à J&F.

Por fim, também pediu dados da Procuradoria da República no Distrito Federal para verificar se Miller esteve no órgão entre outubro de 2016 a 5 de abril de 2017 – período anterior ao desligamento do ex-procurador da PGR.

Miller se colocou à disposição para ser ouvido no processo novamente – ele já prestou depoimento à PGR na sexta (8) – e também informou abrir mão de seus sigilos bancário e fiscal.

Desligamento do MPF

Na manifestação ao STF, a defesa de Miller alega que ele decidiu deixar a PGR em fevereiro deste ano, após aceitar proposta de contratação pelo escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe. O desligamento só veio em 5 de abril porque, segundo os advogados, ele ainda tinha férias vencidas a serem gozadas.

A defesa de Miller também diz que o fato de ele estar em “processo de integração” no escritório não o impedia de “prestar esclarecimentos ou tirar dúvidas de caráter geral de determinados clientes”.

Um dos motivos apontados por Janot para pedir a prisão de Miller é sua suposta ajuda aos executivos da J&F na seleção de fatos e agentes políticos a serem delatados.

Em resposta, a defesa de Miller diz que ele “jamais sugeriu, orientou ou auxiliou de qualquer forma executivos da J&F a fraudarem documentos ou omitirem condutas criminosas”, negando crime de obstrução de Justiça.

No documento de 23 páginas, a defesa sustenta que Miller:

  • não recebeu ou pediu qualquer valor da J&F
  • estava afastado das investigações da Lava Jato desde julho de 2016
  • não acessou documentos ou dados do caso desde o início do ano passado
  • e nunca investigou a J&F enquanto estava na PGR

Por fim, negou participar de organização criminosa formada pelos executivos da J&F, como sustentou Janot em seu pedido de prisão.

“De acordo com o que informaram os executivos da J&F, o requerente não os orientou a omitir rigorosamente nada de acordo de colaboração, até porque não tomou parte em tal negociação, tendo se limitado a fazer alguns esclarecimentos genéricos sobre o instituto e sua regulamentação”.

iPhone X terá emojis 3D que copiam expressão do usuário

12 de setembro de 2017 at 19:38

iPhone X terá emojis 3D que copiam expressão do usuário (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

São Paulo — Junto com todas as novidades sobre o iPhone X (veja detalhes do produto aqui), a Apple anunciou algo bem divertido, os animojis. Basicamente, eles são emojis em 3D animados que podem ser personalizados graças à nova câmera frontal que vem no smartphone.

Com a Face ID, tecnologia de reconhecimento facial, será possível fazer com que um animoji reproduza a expressão de uma pessoa. A função estará dentro do iMessage, app de mensagens que vem instalado no iOS. A Face ID será capaz de escanear a expressão do usuário e reproduzir as emoções e movimentações no animoji. Os animojis serão feitos a partir de um emoji existente.

Além da imagem, o usuário poderá enviar som junto. Você poderá, por exemplo, enviar um dos animojis com uma determinada expressão falando alguma frase gravada no smartphone. A essa altura, você já deve ter tido algumas ideias de como usar os animojis com seus amigos.

Na apresentação, um executivo da Apple, demonstrando alto nível de maturidade, criou uma animação com um emoji de cocô falante. Veja a demonstração abaixo.

– (Apple/Reprodução)

Após luta pela vida, torcedor bicolor anuncia cura da leucemia

12 de setembro de 2017 at 15:39

Após luta pela vida, torcedor bicolor anuncia cura da leucemia (Foto: Reprodução / Twitter)

Torcedor ficou conhecido por mostrar sua doença durante um jogo do Paysandu e no último domingo compartilhou a cura da leucemia, na web. (Foto: Reprodução / Twitter)

O jovem Ramon Cordovil ficou conhecido em todo o país durante uma partida do Paysandu diante do América-MG, onde mostrava sua batalha pela vida contra a leucemia. Meses depois, o torcedor bicolor comemora uma grande vitória: Ramon está completamente curado da doença.

Ramon teve um tratamento feito em Belo Horizonte (MG) e acompanhado de familiares lutou contra a doença nos últimos três meses e a notícia sobre o seu estado de saúde foi divulgado, no último domingo (10).

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 muito obrigado meu Deus por mais essa

Vários torcedores também comemoram a cura do torcedor, que ainda não tem data para retornar a capital paraense.

(DOL)