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Justiça do Trabalho unifica concurso público

11 de junho de 2017 at 21:22

Certame contemplará oportunidades para o cargo de juiz substituto (Foto: Reprodução)Justiça do Trabalho unifica concurso público  (Foto: Reprodução)

Saiu no Diário Oficial da União (DOU), da edição da quarta-feira (7), que a Justiça do Trabalho contratou a banca organizadora do primeiro concurso unificado para o cargo de juiz substituto do trabalho. A empresa selecionada foi a Fundação Carlos Chagas (FCC).

Com isso, foi oficializado que não haverá mais concursos regionais para a carreira de juiz. Até hoje, era normal sair anualmente vários editais dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) com oportunidades para a função; agora será um único edital para todo o país, sendo que a expectativa é de que a publicação não ocorra todos os anos. Para disputar a carreira será necessário possuir formação superior completa em direito e, no mínimo, 3 anos de atividade jurídica. O salário inicial corresponde a R$ 27.500,17.

Pelo que consta no extrato do contrato, o edital será lançado em até 90 dias após a assinatura do documento, que ocorreu em 31 de maio. Ou seja, o certame sairá até o final do mês de agosto. Analisando as seleções regionais, dá para perceber que a triagem dos participantes sempre é a mesma, já que consta das seguintes etapas: prova objetiva seletiva; provas escritas (discursiva e sentença); sindicância da vida pregressa e investigação social e exame de sanidade física, mental e aptidão psicológica; prova oral; e avaliação de títulos.

O teste objetivo costuma ter 100 questões, sendo 50 no bloco I (direito individual e coletivo do trabalho, direito administrativo, direito penal), 30 no bloco II (direito processual do trabalho, direito constitucional, direito civil e direito da criança e do adolescente) e 20 no bloco III (direito processual civil, direito internacional e comunitário, direito previdenciário e direito empresarial).

 

Professora é presa por fazer sexo com três alunos

11 de junho de 2017 at 19:11

Professora é presa por fazer sexo com três alunos (Foto: )

Uma professora de matemática da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, foi presa na última quinta-feira depois de ser acusada de ter feito sexo com três de seus alunos adolescentes. Erin McAuliffe, de 25 anos, foi presa depois de vários colegas de trabalho e alunos serem entrevistados ao longo de um mês de investigações policiais.

Segundo a polícia, Erin teria feito sexo com três meninos, dois de 17 anos e um de 16, em um local fora da escola. Uma investigação foi iniciada depois que a equipe de administração da escola informou a polícia sobre a suposta má conduta da professora de matemática.

Reprodução

Erin recebeu três acusações de atividade sexual com um aluno e uma de atos indecentes com um menor de idade. Ela foi demitida da Rocky Mount Preparatory, onde dava aulas desde agosto do ano passado.

“Nós cooperamos completamente com os policiais enquanto eles cuidavam desse assunto”, disse uma representante da escola.

Erin foi levada na quinta-feira para uma prisão local e deve ser levada para julgamento na segunda-feira, segundo o jornal “Metro”. O trabalho como professora de matemática na Rocky Mount foi o primeiro em que Erin trabalhou em tempo integral, de acordo com seu perfil no Linkedin.

Na rede social ela também oferece “aulas particulares depois da escola para ajudar alunos com dificuldades a melhorar seu pensamento crítico e habilidade para resolução de problemas”.

Com informações do Jornal Extra.

Canal transborda e ruas alagam após chuva

11 de junho de 2017 at 14:44

anal da travessa Pirajá transbordou após a chuva deste domingo (11). (Foto: Via WhatsApp)Canal transborda e ruas alagam após chuva (Foto: Via WhatsApp)

(Canal da travessa Pirajá transbordou após a chuva deste domingo (11). (Foto: Via WhatsApp)

Bastaram alguns minutinhos de chuva para o canal da travessa Pirajá, no bairro da Pedreira, em Belém, transbordar.

O registro foi feito neste domingo (11) por um morador da rua B e enviado ao DOL.

Segundo o morador, que prefere não ter a identidade revelada, os alagamentos são constantes, principalmente quando tem uma chuva prolongada.

Alagamento registrado na avenida Pedro Miranda, em Belém. (Foto: Via WhatsApp)

Na avenida Pedro Miranda entre as travessas Antônio Baena e Curuzu também foi diferente. A via ficou completamente alagada, dificultado o tráfego de veículos pelo local.

E você, internauta, como ficou o seu bairro após a chuva? Mande seu registro para o DOL.

(DOL)

População pede paz em caminhada após chacinas

11 de junho de 2017 at 11:15

População pede paz em caminhada após chacinas (Foto: Flávio Contente)

Com faixas e cartazes, população foi às ruas de Belém pedir paz. (Foto: Flávio Contente)

Com faixas e cartazes, a população foi às ruas de Belém na manhã deste domingo (11) para pedir paz e o fim da violência após mais uma chacina da Região Metropolitana de Belém.

Veja imagens do evento

A caminhada reuniu a sociedade civil, estudantes, representantes de movimentos sociais e artistas.

Segundo a Polícia Militar da área, a caminhada saiu da Praça da República por volta das 8h30 em direção à Praça do Can, no bairro de Nazaré, em Belém. A PM não soube informar quantas pessoas participaram do evento.

Diante de tanta violência que assombra o Pará, o ministro da Integração Nacional Helder Barbalho solicitou ao ministro da Justiça Torquato Jardim, na últimaquinta-feira (8), intervenção federal para combater a grave crise de segurança pública, com presença da Força Nacional de Segurança ou do Exército Brasileiro.

Chacinas pelo Pará

Um confronto entre supostos invasores de terra e policiais militares e civis terminou em tragégia, com 10 mortos, na fazenda chamada Santa Lúcia, localizada no município de Pau D’Arco, distante cerca de 50 km de Redenção, no sudeste paraense.

Um dos casos de violência mais recentes na capital paraense foi a chacina na Rua Nova Segunda, no bairro do Condor, em Belém, entre as ruas Tupinambás e Apinages.

Ao menos 5 mortos e 15 pessoas feridas, incluindo duas crianças, foi o saldo de uma noite de terror que começou por volta das 22h da última terça-feira (6).

Entre os feridos, um casal de crianças: uma menina de quatro anos, atingida na cabeça, e um menino de cinco anos, ferido em um dos pés. As vítimas assistiam TV quando os tiros começaram.

Na quarta-feira (7), um grupo de moradores do bairro cansados da violência e insegurança, protestaram chegando a fechar a via onde ocorreram os crimes, além de queimar pneus, pedaços de árvores e plásticos.

Pará está entre os cinco Estados mais violentos do Brasil e Altamira é apontada como a mais violenta entre as 304 cidades com mais de 100 mil habitantes.

(DOL)

Mulheres de 11 estados se reúnem para discutir presença feminina nos estádios

11 de junho de 2017 at 07:49

Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

O Museu do Futebol, na zona oeste da capital paulista, recebeu hoje (10) o 1° Encontro Nacional de Mulheres de Arquibancada. Cerca de 350 mulheres de torcidas e coletivos de 11 estados brasileiros foram ao evento. O objetivo é discutir a participação feminina nos estádios e estratégias contra o machismo nas torcidas.

“A gente está lutando muito contra o machismo na arquibancada, contra proibições que ainda existem para mulheres, o assédio, com experiências das meninas. Muitas meninas têm bastante espaço, então, elas vão contar como conseguiram esses espaços. A gente pretende sair com um documento com algumas propostas para dar encaminhamento nisso”, explica uma das organizadoras, Dadá Ganan, que faz parte da Gaviões da Fiel, torcida organizada do Corinthians.

A ideia do encontro surgiu, segundo Dadá, a partir de grupos de discussões no Facebook e no Whatsapp. Segundo, Dadá, as mulheres ainda enfrentam diversos obstáculos dentro das torcidas organizadas, além do machismo da sociedade refletido dentro dos estádios. “Tem torcida que não aceita short. Tem torcida que não aceita mulher botar a mão em material. Tem torcida que não aceita que as mulheres viajem com a torcida”, exemplifica.

Apesar da articulação entre os grupos de torcedoras ocorrer há algum tempo, a organizadora ficou surpresa com o tamanho do evento. “Eu nem imaginava que vinha esse tanto de gente”, disse.

Frequentadora de estádios desde os 17 anos, Débora Silva, hoje com 26 anos, disse que teve muito trabalho para mudar a cultura dentro da Pavilhão 6, torcida organizada do Clube do Remo, de Belém (PA). “Logo que eu entrei, não era muito frequenta as mulheres na arquibancada. Iam só as mulheres do presidente e dos diretores [da torcida organizada]. Tinham kits para homens, mas não tinha para mulheres. Aquilo me incomodou muito. Tanto que eu puxei a ala feminina da minha torcida, para que a gente tivesse um material feminino, uma ação específica só para mulheres”, disse.

História

A pesquisadora do Museu do Futebol Aira Bonfim diz que faz parte da missão da instituição manter um estudo contínuo das transformações do esporte. Nesse sentido, o evento deverá influenciar de algum modo a linha apresentada para o público.

“Se a gente tem fotos de mulheres desde o início do século ocupando arquibancada, só em 2017 a gente está fazendo o primeiro encontro de arquibancada. Nacionalmente, nunca aconteceu um encontro que junte tantos grupos diferentes e tantas mulheres com experiências diferentes”, disse sobre a importância do encontro.

 

Edição: Fábio Massalli

Após TSE, Temer enfrentará PF, PGR e Fachin

10 de junho de 2017 at 11:56

 

 

Nessa nova frente, o Planalto irá mirar na troca do comando da Polícia Federal, num enfraquecimento do Ministério Público Federal e na tentativa de politizar decisões do relator da Lava Jato, o ministro do STF Luiz Edson Fachin. Estratégia semelhante foi feita pelo ex-presidente Lula na primeira instância do Judiciário, quando passou a atacar decisões do juiz federal Sérgio Moro.

 

A definição da troca na direção da PF estava amadurecida desde que Torquato Jardim assumiu o Ministério da Justiça. Mas ganhou força esta semana depois de dois movimentos da Polícia Federal: o envio de 82 perguntas a Temer sobre a conversa com o empresário Joesley Bastista e a revelação do voo feito pela família do então vice-presidente em jatinho da JBS para ilha de Comandatuba.

 

Mas a principal munição será contra o Ministério Público Federal e seu representante: Rodrigo Janot. Diante disso, Temer já cogita quebrar a tradição, e se for preciso, indicar um nome de fora da lista tríplice em setembro para a vaga de Janot na Procuradoria-Geral da República. Ao mesmo tempo, as delações da JBS já começam a ser questionadas políticamente e juridicamente pelo Planalto.

 

Em outra frente, aliados de Temer preparam a CPI da JBS para servir como apoio na artilharia contra a empresa que delatou Temer e o presidente licenciado do PSDB, senador Aécio Neves. A CPI deve virar palco não apenas para atingir a empresa, que de fato tem muita fragilidade, mas também de munição contra métodos da Lava Jato para obtenção de provas.

 

Temer sabe que ganhou um pequeno fôlego com a conclusão do julgamento do TSE nesta sexta-feira. Mas que terá pouco tempo para uma reação.  Diante disso, aliados avaliam que o governo não terá mais capital político para retomar o calendário original das reformas.

 

Por isso, o Planalto decidiu mudar a estratégia e aproveitar esse sentimento generalizado de medo da classe política para partir com tudo contra a Lava Jato. Com isso, ganha o apoio necessário de setores da base e o aval até de adversários, como o PT, que estão acuados com o avanço das investigações. A ordem agora é sobreviver.

 

Com o alívio temporário depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou a cassação da chapa Dilma-Temer, o Palácio do Planalto decidiu ir para o enfrentamento contra o avanço da Lava Jato. Com um Congresso acuado pelas investigações, o presidente Michel Temer avalia que essa estratégia é a mais segura para manter uma base mínima na Câmara com capacidade de barrar uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e, com isso, evitar o afastamento do cargo.

Por 4 votos a 3, TSE rejeita cassação da chapa Dilma-Temer na eleição de 2014

9 de junho de 2017 at 20:39

Maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral entendeu que não houve abuso de poder político e econômico na campanha eleitoral, como argumentava o PSDB no pedido de cassação.

Por Fabiano Costa, Renan Ramalho, Fernanda Calgaro e Gustavo Garcia, G1, Brasília

Michel Temer e Dilma Rousseff, durante cerimônia em junho de 2015 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Michel Temer e Dilma Rousseff, durante cerimônia em junho de 2015 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) absolveu nesta sexta-feira (9), por 4 votos a 3, a ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Michel Temer da acusação de abuso de poder político e econômico na campanha de 2014.

A maioria dos ministros considerou que não houve lesão ao equilíbrio da disputa e, com isso, livrou Temer da perda do atual mandato e Dilma da inegibilidade por 8 anos. O voto que desempatou o julgamento foi proferido pelo ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, o último a se manifestar.

A ação julgada pelo TSE foi apresentada pelo PSDB após a eleição de 2014 e apontava mais de 20 infrações supostamente cometidas pela coligação “Com a Força do Povo”, encabeçada por PT e PMDB.

A principal era a suspeita de que empreiteiras fizeram doações oficiais com o pagamento de propina por contratos obtidos na Petrobras, além de desvio de dinheiro pago a gráficas pela não prestação dos serviços contratados.

Além da perda do mandato e da inegibilidade de Dilma e Temer, o PSDB reivindicava na ação que os candidatos derrotados Aécio Neves e Aloysio Nunes fossem empossados presidente e vice.

O julgamento da chapa, que começou em abril deste ano, foi retomado nesta semana com os votos do relator, Herman Benjamin, e dos demais ministros da Corte. Também se manifestaram os advogados das partes (defesa e acusação) e o Ministério Público Eleitoral.

Sem atendimento, idosa convulsiona no chão

9 de junho de 2017 at 14:48

Sem atendimento, idosa convulsiona no chão  (Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

Se não bastasse o descaso na segurança do Estado, agora a situação também ficou mais crítica na saúde. Quem buscou atendimento nesta sexta-feira (9) no Hospital das Clínicas Gaspar Vianna, no bairro da Pedreira, em Belém, teve que esperar, e muito. Um idosa chegou a passar mal e convulsionou no chão da unidade. Ela só foi socorrida após 20 minutos, o que causou revolta em quem estava na unidade.

De acordo com os denunciantes, foram distribuídas poucas senhas e havia muita gente no local desde cedo. Muitos pacientes vieram do interior do Estado apenas para marcar consulta e exames.

Segundo os pacientes, quem não conseguiu pegar senha foi orientado a retornar em setembro para realizar marcações e procedimentos.

O DOL fez contato com o Hospital das Clínicas Gaspar Vianna e aguarda posicionamento.

(DOL)

Vereadores de Altamira pedem socorro à Segup

9 de junho de 2017 at 08:52

Vereadores de Altamira pedem socorro à Segup (Foto: Regina Santos/Norte Energia)

Segundo os vereadores, a violência na cidade está fora de controle, e o Estado precisa implementar programas e políticas públicas. (Foto: Regina Santos/Norte Energia)

Primeira entre as cidades com mais de 100 mil habitantes no quesito homicídios e mortes violentas sem causas determinadas, segundo o Atlas da Violência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Altamira deve ganhar uma força tarefa orquestrada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) ainda durante o mês de junho. O anúncio foi feito durante uma reunião em que o comandante geral da Polícia Militar, Hilton Benigno de Souza, recebeu dez vereadores do município na sede da Segup para tratar sobre o assunto.

A reunião, marcada pelo presidente da Assembleia Legislativa, Márcio Miranda (DEM), que não pôde comparecer, teve a presença do presidente da Câmara dos Vereadores de Altamira, Loredan Melo (PMDB). “Nos prometeram motopatrulhamento, aumento de efetivo, e isso não ocorreu até agora. Estamos vivenciando os reflexos de Belo Monte, com o aumento do tráfico e da violência. O Estado precisa ter responsabilidade agora, na hora da repressão, e também na prevenção”, avaliou.

“Na verdade, viemos pedir socorro. Não aguentamos mais enganação e tapinhas nas costas, precisamos de dias melhores, tirar essa mancha de Altamira. A Norte Energia precisa cumprir o seu papel, e o Estado precisa implementar programas e políticas públicas”, declarou o vereador “Marquinhos” Nascimento, do PDT.

PREOCUPAÇÃO

Assis Cunha, vereador pelo PSB, acredita que a força tarefa, agora, terá efeitos positivos, mas engrossa o coro de que não é suficiente. “Precisa de continuidade. Se não houver, só a repressão não resolverá”, avaliou.

O Cel. Marcos Rocha, diretor gerais de operações da PM-PA, informou que apesar de a corporação ter alguns questionamentos em relação aos dados do Ipea, a reunião de ontem foi para chegar a um consenso em relação às melhores medidas a serem tomadas agora no município para melhorar as condições de segurança da população. “A sociedade aos poucos vem se envolvendo com a causa. As medidas preventivas não podem ser só de Segurança Pública, deve haver uma prevenção social também”.

ESTUDOS

Pesquisadores do Ipea dizem que o crescimento desordenado a partir da implementação do projeto Belo Monte impulsionou a violência – sua população passou de pouco mais de 77 mil habitantes no ano 2000 para 109.938 habitantes, segundo o censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016.

(Carolina Menezes/Diário do Pará)

“Intervenção federal é desnecessária”, diz governo

9 de junho de 2017 at 06:49

Crimes ocorreram na Rua Nova II, no bairro da Condor, em Belém, na última terça-feira (Foto: Antonio Melo/Diário do Pará)

O governo do Pará, através da Secretaria de Segurança, se manifestou a respeito da chacina que matou cinco pessoas no bairro da Condor, em Belém, na última terça-feira (6). Sobre providências para diminiur a violência no estado, o secretário Jeanot Janssen adiantou que intervenção federal, com convocação da Força Nacional de Segurança é desnecessária.

A declaração foi feita durante entrevista coletiva realizada na sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), na tarde desta quinta-feira (8).

Durante coletiva de imprensa sobre a onda de violência e chacinas que assolam o Estado do Pará, Jansen respondeu aos jornalistas que “é desnecessária” a intervenção federal solicitada pelo Ministro da Integração Helder Barbalho, que protocolou e pediu pessoalmente ao ministro da Justiça Torquato Jardim para que enviasse a Força Nacional de Segurança para o Estado ou mesmo intercedesse junto ao Ministério da Defesa para que seja enviado o Exército Brasileiro.

O secretário se limitou em informar que haverá um reforço de 260 policiais nas ruas dos bairros considerados em situação mais críticas na cidade de Belém e se necessário o uso da cavalaria e helicópteros.

Um Planejamento Estadual de Combate à Criminalidade, segundo Janot, será apresentado, no entanto a data não foi definida.

(DOL)